No Dia do Trabalhador, Lula cita queda no desemprego, ampliação da licença-paternidade e redução do IR
01/05/2026
(Foto: Reprodução) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (1º), para celebrar o Dia do Trabalhador, apresentando um balanço das ações de seu governo.
Lula destacou, entre as medidas, a isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais, além da redução do tributo para faixas salariais de até R$ 7.350. O petista também citou a redução do desemprego e da inflação.
"Temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil, a menor taxa de desemprego, e o rendimento médio dos trabalhadores é o maior da história do Brasil", disse Lula na postagem.
Lula também declarou que o governo tem compromisso com a valorização real do salário mínimo e a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas, medida que tem sido adotada anualmente em sua gestão como forma de injetar recursos na economia.
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O presidente destacou ainda a aprovação da ampliação da licença-paternidade, que visa a uma maior participação masculina nos cuidados com recém-nascidos.
A ampliação será feita de forma gradual. Conforme lei sancionada por Lula, a licença passará dos atuais cinco dias para:
10 dias em 2027;
15 dias em 2028;
20 dias em 2029.
No setor de energia e assistência, o petista mencionou a isenção da conta de luz para famílias de baixa renda e o programa que garante botijão de gás de cozinha para a população vulnerável.
Renegociação de dívidas e uso do FGTS
Pronunciamento do presidente Lula sobre o 1º de Maio
Reprodução
Em pronunciamento em cadeia aberta de rádio e TV nesta quinta-feira (30), Lula afirmou que o governo federal lançará medidas para reduzir o nível de endividamento das famílias.
No pronunciamento alusivo ao Dia do Trabalhador, o petista anunciou:
um novo programa de renegociação de dívidas do Fies e do cartão de crédito, cheque especial, crédito direto ao consumidor (CDC).
nele, os débitos vão poder ser renegociados a juros de no máximo 1,99% ao mês;
os descontos vão ser de 30% a 90% no valor principal da dívida;
e trabalhadores vão poder usar até 20% do saldo do FGTS para reduzir o saldo devedor.